A Autoridade Antidopagem de Portugal (ADoP) e o Comité Paralímpico de Portugal (CPP) assinaram um protocolo de cooperação

O Documento manifesta “a vontade de cooperar na luta contra a dopagem no desporto, no âmbito da participação da Missão Paralímpica de Portugal nos Jogos de Tóquio 2020,

18 de dezembro de 2019

O Comité Paralímpico de Portugal (CPP) e a Autoridade Antidopagem de Portugal (ADoP) assinaram na sede da ADOP, em Lisboa, o protocolo de cooperação no domínio da luta contra a dopagem. O documento assinado pelo Presidente do CPP, José Manuel Lourenço, e pelo Presidente da ADoP, Manuel Brito, na presença do Secretário de Estado da Juventude e Desporto, João Paulo Rebelo, destaca o compromisso das entidades em “promover e reforçar a cooperação no domínio da luta e divulgação de informação contra a dopagem no desporto no âmbito da participação na Missão Portuguesa nos Jogos Paralímpicos Tóquio 2020” através da “realização de ações de formação, prevenção e aconselhamento aos praticantes desportivos, treinadores e oficiais que integram ou estejam em condições de integrarem a referida Missão”. 

O Secretário de Estado da Juventude e Desporto, João Paulo Rebelo, realçou a importância do protocolo por envolver “não só os controlos antidoping, mas também por trabalhar a montante na prevenção, na formação e na educação e desta forma prestar um melhor serviço aos atletas de alto rendimento que tantas vezes representam o nosso país e vão voltar a fazê-lo nos Jogos Paralímpicos”. 

José Manuel Lourenço, Presidente do CPP, afirmou que “a informação, a sensibilização e a educação são fundamentais nesta matéria” e sublinhou que “temos que aplaudir, apoiar e assumir um papel ativo de parceiros de todas as medidas que contribuam para que os agentes desportivos tenham em sua posse as informações certas no que concerne à prática desportiva limpa”. 

O Presidente da ADoP, Manuel Brito, destacou que “a realização de controlos a atletas está agora com maior incidência sobre os atletas de elite sendo que atualmente as representações nacionais no estrangeiro não podem sair de Portugal sem terem sido controladas” e acrescentou que “há uma vertente muito importante de educação e formação que este protocolo contempla” que passa pela “orientação de ações de formação a atletas e treinadores”. 

 

CPP

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