Substâncias e métodos proibídos
O Formoterol não é proibido quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas.
A presença de salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado prove, que o resultado anormal foi consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
O uso Em Competição e Fora de Competição, conforme aplicável, de qualquer quantidade das seguintes substâncias sujeitas a um valor limite de deteção: formoterol, salbutamol, catina, efedrina, metilefedrina e pseudoefedrina, associado com um diurético ou outro agente mascarante, será considerada um Resultado Analítico Adverso (AAF), salvo e o atleta possuir uma Autorização de Utilização Terapêutica especificamente para essa substância, para além da obtida para o diurético ou outro agente mascarante.
Classe: Glucocorticóides
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
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Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
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Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
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Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
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Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
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Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
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Incluindo, mas não limitado a:
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Incluindo, mas não limitado a:
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Incluindo, mas não limitado a:
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Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
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Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
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Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
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Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
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Incluindo, mas não limitado a:
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Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
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Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
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Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
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Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
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Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitado a:
Beclometasona; Betametasona; Budesonida; Ciclesonida; Cortisona; Deflazacorte; Dexametasona; Flunisolida; Fluocortolona; Flunisolida; Fluticasona; Hidrocortisona; Mometasona; Metilprednisolona; Prednisolona; Prednisona; Triamcinolona acetonida.
Nota: outras vias de administração (incluindo inalado e tópico: auricular, intracanal dentário, dermatológico, intranasal, oftalmológico e perianal) não são proibidas quando usadas de acordo com as doses do fabricante e indicações terapêuticas.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
Excetuam-se:
O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
O Vilanterol quando administrado por via inalatória: máximo de 25 microgramas num período de 24 horas.
A presença de Salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL ou do Formoterol numa concentração superior a 40 ng/mL não é consistente com um uso terapêutico da substância e será considerada como um Resultado Analítico Adverso (AAF) a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.
Incluindo, mas não limitados a:
Arformoterol; Fenoterol; Formoterol; Higenamina; Indacaterol; Levosalbutamol; Olodaterol; Procaterol; Reproterol; Salbutamol; Salmeterol; Terbutalina; Tetroquinol (trimetoquinol); Tulobuterol; Vilanterol;
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O Salbutamol quando administrado por via inalatória: um máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas em doses que não podem exceder as 600 microgramas a cada 8 horas;
O Formoterol quando administrado por via inalatória: máximo de 54 microgramas num período de 24 horas, repartidos em doses que não ultrapassem 36 microgramas num intervalo de 12 horas por dose;
O Salmeterol quando administrado por via inalatória: máximo de 200 microgramas em 24 horas, em doses divididas, não excedendo 100 microgramas em 8 horas, a partir de qualquer dose; e
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